Falar sobre Pink Floyd pode ser muito simples ou extremamente difícil, falar de Dark Side Of The Moon não é uma tarefa pouco complexa, porém é indescritível descrevê-lo. É o oitavo álbum do Pink Floyd, lançado no primeiro dia de março de 1973, suas vendas astronômicas (apenas trinta milhões de álbuns vendidos, um feito raro num tempo remoto comparado a hoje) mais seus inúmeros anos no topo da Billboard (apenas trinta e um anos) deram a 43° posição numa lista de 500 álbuns definitivos de todos os tempos, feita em 2005 pela Rolling Stone, uma boa colocação, mas controversa, esse álbum, além de todo esse marco comercial, tem sua parte interior e profunda.

Pra se ter noção da grandiosidade desta obra, é simples, veja a capa, que é ainda mais simples, porém uma unanimidade, vários significados e no mínimo foda. Mas o mais importante é que sintetiza todo o conceito do disco, que é sobre os “males” do homem moderno, a escuridão em que o mundo se encontrava e todos os problemas que afligem a humanidade. O fantástico de tudo isso, é que QUARENTA ANOS depois o álbum continua super atual, se encaixando perfeitamente nos dias de hoje, e de todos os dias desde que o mundo é mundo. Fora que data da época em que os egos não estavam inflados no grupo e todos conviviam em perfeita harmonia. Há ainda a lenda do
DARK SIDE OF THE RAINBOW, que colocando o álbum pra tocar, veja simultaneamente o filme "O Mágico de Oz", as letras encaixam-se perfeitamente nas imagens que estão passando na tela, claro que o grupo nega tal coincidência.
Agora vamos por cada música, mas o primeiro conselho: deixa o álbum entrar na sua cabeça, leia as letras, ouça o som, sinta a energia e mensagem penetrante dessa obra épica e apenas...
01 Speak to me / Breathe in the Air
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